quinta-feira, 31 de março de 2011

As Cartas para Dawkins - David Robertson




Caso voce tenha lido “Deus Um Delírio” do alucinado Neo-Ateu Richard Dawkins , e ainda não tenha lido nada que contrapôs de uma forma cristã seus argumentos, leia esse livro pois ele é de uma lucidez incrível, e de um bom senso e luz inimagináveis.
Este livro é uma coleção de cartas abertas críticas escritas em resposta ao Professor Richard Dawkins, a respeito de seu livro Deus, um delírio. O autor, David Robertson, tenta apresentar da maneira mais clara possível a falta de rigor com que Dawkins constrói o seu ataque ao cristianismo. Muito mais poderia ter sido dito para demolir o edifício de falácias construído por Dawkins sobre o falso fundamento do naturalismo, mas Robertson se contenta com uma refutação simples para atingir um público maior do que teria atingido se entrasse em uma discussão filosófica mais avançada.


"Eu li o manuscrito do livro. Ele é simplesmente ESPLÊNDIDO! Robertson fez um trabalho extraordinário.”

Samuel T Logan, Chanceler, Westminster Theological Seminary, Filadélfia

“O conteúdo é excelente. Trata-se de uma leitura divertida e cativante que procura ser caridosa quanto possível (com um oponente obviamente venenoso), mas que não deixa de apontar e expor os argumentos falaciosos, emotivos e frequentemente infantis empregados constantemente por Dawkins.”

Ligon Duncan, Pastor, First Presbyterian Church, Jackson, Mississipi

DAVID ROBERTSON é colunista, autor e pastor da St. Peter’s Free Church, em Dundee (Escócia).

Detalhes do produto:

Título: As Cartas para Dawkins
Autores: David Robertson
Tradução: Vanderson Moura da Silva
Revisão: Felipe Sabino de Araújo Neto
Capa: Raniere Maciel Menezes

Formato: 14 x 21cm
Nº de páginas: 162p.
Miolo em papel reciclato 75g
Capa em Cartão Supremo 250g
Editora Monergismo
Ano: 2009

obs: caso vc tenha interesse em le-lo e nao queria comprar, posso envia-lo em pdf.
Envie email solicitando o livro para : Eduardovazcouto@yahoo.com.br

terça-feira, 29 de março de 2011

Feito de modo especial e admirável – Philip Yancey / Paul Brand




Ter montado esse blog tem sido uma tarefa bem desafiadora para mim desde seu início. Se, por um lado, eu exporia meu gosto por ler, ouvir e pensar, por outro, eu não imaginava que seria também uma maneira de Deus me fazer rever meus conceitos sobre escritores, e até mesmo, aprender a ver e separar em tudo que leio, ouço ou penso, as coisas boas de cada um.

Comprei o livro do Yancey com Brand por puro oportunismo uma vez que o mesmo estava em promoção na livraria onde sou cliente. Além disso, meu amigo Eliel Vieira já havia comentado que seria um livro que eu pessoalmente iria amar, o que, de antemão fiquei curioso... Pronto!!!!! Comprei, guardei e disse a mim mesmo: Um dia leio se sobrar tempo.

Querido leitor, você pode estar se perguntando: Mas porque Eduardo ficar tão pé atrás com essa obra? Por quê? Preciso confessar que meu pé atrás não é com essa obra, mas com o Philip Yancey. Confesso que Yancey consegue ser ao mesmo tempo uma mescla de autor refrigério, com autor sindicalista. Como refrigério, posso dizer que suas obras, até meados dos anos 90, estão recheadas de lampejos do reino, lampejos esses que, somados a outros, me fizeram entender mais o Evangelho de Jesus. Mas, dos anos 90 para cá, Yancey tem sido um escritor sindicalista ao apontar todos os erros da Igreja, mas apresentando pouca solução prática. Isso, para mim, soa cansativo e repetitivo. Não é a toa que ele é o autor preferido de uma casta de pseudo-cristãos, rebeldes e sem causa, como se esse antagonismo fosse possível.

Indo ás páginas iniciais para poder conferir a data do livro em inglês e qual a primeira publicação, e faço isso a cada obra que leio, fiquei muito surpreso, pois consta o ano de 1980. Aí concluí, É O ANTIGO YANCEY.

Indo ao livro e com a ignorância de quem conhece pouco o corpo humano, pude beber nas analogias riquíssimas feitas por Paul Brand, médico e co-autor dessa obra. O livro passa por cada órgão humano desde as células, ate órgãos vitais, fazendo comparações com o corpo de Cristo. Quando eu já estava quase no meio, me perguntei: Mas isso aqui não parece Philip Yancey. Penso que essa obra apenas deva ter sido organizada por ele, uma vez que, como jornalista e escritor, é incalculável seu talento.

Se valendo de uma escrita simples e para leigos no assunto, Paul Brand dá um show no detalhamento biológico do corpo humano, fazendo a perfeita comparação com o corpo espiritual de Cristo, “A IGREJA”, e deixando claro que cada função em nosso corpo, desde a minúscula célula até o órgão mais complexo, tem funções incrivelmente mais importantes do que aparentam. Só essa comparação já nos faz pensar nas conseqüências de não darmos a devida atenção ao membro julgado menos importante no Corpo de Cristo.

Quero deixar claro que sou um fã do Yancey, mas infelizmente suas últimas obras não deixaram em mim uma boa impressão, causando assim um pouco de preguiça de lê-lo. Não quero dizer com isso, que ele, como cristão, seja alguém relaxado na fé que tem. Muito pelo contrario, seus bons comentários me fazem vê-lo como um referencial no mundo literário cristão.

Espero ter a oportunidade de, num futuro próximo, poder comentar uma nova obra dele, porém da maneira antiga que ele escrevia. Com ar mais profético e mais amigável com os de dentro e, também, evangelístico e salvador com os de fora.

Por Eduardo Vaz
Revisado por Renato Camargos

quinta-feira, 24 de março de 2011

DESGRAÇA DA GRAÇA


Estou postando essa materia do meu amigo pessoal Eneias, pois acho oportuno nesse momento, que algumas pessoas entendam o que alguns pseudo cristaos estao fazendo com o mal uso do que ELES chamam de graça,e que nós chamamos de GRAÇA BARATA,ou, DESGRAÇA DA GRAÇA..

DESGRAÇA DA GRAÇA: No Evangelicalismo brasileiro estamos superando o antigo legalismo das obras que afetava diretamente nossa pobre compreensão da doutrina da graça. Livros produzidos no Evangelicalismo Norte americano, trouxeram contribuições significativas para nossa reflexão desta doutrina, para citar os mais influentes : Maravilhosa graça, Philip Yancey; O despertar da graça, Charles Swindoll - que na década de 90 foi útil para minha libertação do legalismo denominacional, no contexto tupiniquim - e É proibido, Ricardo Gondim. Os mais influentes recentemente em nosso contexto talvez sejam: Enigma da graça, Sem barganhas com Deus (ambos de Caio Fábio).



Entretanto, com a superação do antigo legalismo parece que criamos um tipo de legalismo oposto, que pode também ser chamado de legalismo da graça, no qual a mente legalista diz trilhar algo completamente oposto ao que eu chamaria de CAMINHO DA GRAÇA... No caminho da graça, parece que está se desencadeando uma espécie de graça barata, como diria Bonhoeffer, uma graça que nega o preço da salvação, que custou a vida do filho de Deus, uma graça que justifica o pecado, mas não o pecador. Uma graça que não passa de uma confissão dogmática e nada mais, na qual tudo é permitido em nome do amor! E nada pode ser feito com negação do eu! Em que se faz rigorosamente uma distinção de santidade e moralismo, mas não se menciona que consequentemente a santidade tende a afetar a moralidade.



Neste novo entendimento da graça, Paulo se tornou a grande vítima nas mãos daqueles que dizem ter uma compreensão diferenciada de uma doutrina mal compreendida na história do cristianismo. Mas todos aqueles que dizem ter uma compreensão diferenciada desta doutrina são culpados por distorcê-la (F.F.Bruce) à luz da hermenêutica da conveniência. Paulo precisa ser liberto da culpa de termos hoje nas comunidades locais em todo Brasil, pessoas que voltaram a fazer uso de drogas (e si tornaram dependentes), além de alimentarem o tráfico e outras implicações decorrentes disto, simplesmente porque estas são usadas entres os indígenas dentro de um contexto cultural. Pessoas que defendem abertamente um comportamento promiscuo em nome da nova compreensão da graça, na qual a sexualidade é banalizada e sexo é feito sem compromisso, negando o legado da fé cristã (claro, sem o viés católico).



Tal compreensão da graça nada tem de novo, pois a partir de qualquer reflexão exegética que se faça de 1 Corintios 8:1 ao 11:1 compreenderemos que o slogan citado por Paulo: 'Todas as coisas me são licitas', é fala daqueles que dentro do cristianismo primitivo distorciam a liberdade em Cristo tornando-se causa de tropeço para os mais fracos na fé e pecando diretamente contra aquele que morreu por todos. Para os adeptos da graça barata o cerne da vida cristã gira em torno da quebra de tabus e não em torno de ser parecido com Cristo...Na tentativa de ressaltar suas liberdades si tornaram escravos dela , esquecendo que graça pregada por Paulo ao mesmo tempo que fazia dele o homem mais livre de todos, também escravo de todos ( Lutero). O relativismo com a comunidade da fé é demonstrado com a falta de transcedência na comunhão dos santos, onde abandona-se as reuniões em torno do Cristo para ver jogos de futebol e todas as demandas sociais são colocadas à frente do compromisso com a comunidade da fé, esquecendo-se que o próprio Jesus disse não para família biológica, porque era hora da família de Deus...



Jesus fez um grande milagre ao transformar água em vinho, entretanto com o discurso da graça, está sendo realizado um milagre ainda maior na pregação do Evangelho: estão transformando vinho em água! Creio na graça decorrente do Evangelho e não na DESGRAÇA DA GRAÇA, que tirou todo o seu encanto e paradoxo no discipulado. Como diria Stott, o equilíbrio não está em um extremo nem no outro, mas em ambos os extremos.









Para reflexão:



Existe um certo medo dentro do protestantismo-evangélico da ideia da conquista da salvação por méritos próprios, isto levou á ideia de que o cristianismo é uma religião preocupada somente com aquilo que cremos/ pensamos, e não com o que somos... Klyne Snodgrass

Enéas Alixandrino é comerciante em Belo Horizonte, dono da livraria crista TABERNACULUM E CONSULTOR DE LITERATURA CRISTA.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Alister Mcgrath - Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica




Aqui está um compendio teológico indicadissimo para quem como eu, gosta de averiguar o contexto histórico da Igreja e seus desdobramentos.
A missão deste livro é apresentar os temas básicos da teologia cristã. Ele parte do pressuposto que o leitor não têm conhecimento profundo sobre teologia em geral, assim, pode ser considerado uma excelente introdução à "tentativa de compreensão dos recursos básicos da fé, feita à luz daquilo que cada época considera como os melhores métodos". E apesar de ser uma introdução, o livro cobre os dois mil anos de debate teológico cristão.

Inclui ainda matérias filosóficas, históricas e sistemáticas da teologia, além de fornecer uma rica informação a respeito das mais variadas escolas de pensamento para cada tema abordado: um livro ímpar, indispensável e extremamente atual.
Afirmo que esse livro deveria ser lido por qualquer historiador de plantão, assim como por qualquer pessoa interessada na historia do Cristianismo sem preconceitos formatados nas universidades de viés Marxistas.
Alister Mcgrath consegue o que poucos conseguiram ao relatar a historia de todas as controvérsias dentro da Igreja Crista. Mesmo sendo um Cristão do evangelicalismo Europeu, o autor consegue ser imparcial e ao mesmo tempo real no decorrer do livro. Em seus escritos e palestrar públicas, ele promove a "teologia científica" e se opõe fortemente a corrente anti religiosa. McGrath até recentemente era professor de Teologia Histórica na Universidade de Oxford, mas agora tem assumido a cadeira de Teologia, Religião e Cultura, na King's College de Londres desde setembro de 2008. Até 2005, era diretor de Wycliffe Hall.
Graças a sua pesquisa sobre a história e teologia sistemática, Alister foi premiado em 2001 com um Doutorado em Teologia em Oxford. Nesse período, ele foi o fundador da International Society for Science and Religion (Sociedade Internacional para a Ciência e a Religião). Em 01 setembro de 2008, McGrath assumiu a cadeira de teologia, no Departamento de Educação e Estudos Profissionais do King's College, em Londres.
McGrath é um dos teólogos mais lidos do planeta. Sua obra faz referência tanto ao início do Cristianismo, com os Pais da Igreja, quanto aos evangélicos contemporâneos, como Thomas Torrance e J. I. Packer. Suas áreas de estudo incluem a história da igreja cristã, doutrinas, o diálogo entre ciência e fé, e a espiritualidade evangélica.
Otima dica de livro para quem gosta da historia da Igreja e nao tem tanto conhecimento, pois vale ressaltar que apesar de ser uma obra grande, cerca de 700 paginas, nao é um livro muito pesado teologicamente, e sim, um obra para iniciantes.

Livros do autor no Brasil:
• Religião de poder. São Paulo: Cultura Cristã, 1998;
• O Deus desconhecido. São Paulo: Loyola, 2001;
• A Vida de João Calvino. São Paulo: Cultura Cristã, 2004;
• Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd Publicações, 2005;
• Fundamento do Diálogo entre Ciência e Religião. São Paulo: Loyola, 2005;
• Um Vislumbre da Face De Deus. São Paulo: Loyola, 2006;
• Paixão pela Verdade: a coerência intelectual do evangelicalismo. São Paulo: Shedd Publicações, 2007;
• Origens Intelectuais da Reforma. São Paulo: Cultura Cristã, 2007;
• Teologia Histórica. São Paulo: Cultura Cristã, 2007;
• O Delírio De Dawkins. São Paulo: Mundo Cristão, 2007;
• O Deus de Dawkins: Genes, memes e o significado da vida. São Paulo: Shedd Publicações, 2008;
• Teologia para Amadores. São Paulo: Mundo Cristão, 2008;
• Uma Introduçao A Espiritualidade Crista. São Paulo: Editora Vida, 2008;
• Apologética Cristã no Século XXI. São Paulo: Editora Vida, 2008;
• Teologia - Os Fundamentos. São Paulo: Loyola, 2009;


Nota:10
Eduardo vaz

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Seventh Avenue - terium


Seventh Avenue é sinônimo de continuísmo musical. A banda, com vários discos lançados, mais parece o ACDC do Power metal, pois seus fans, ardorosos por sinal, sempre vibram a cada disco com a mesma pegada. Os comentários são: puts, os caras produziram outro cd com o mesmo estilo e pegada. Ai me pergunto , até onde isso é bom?
Terium foi lançado em 2008 e pode ser considerado o álbum mais maduro dos alemães que inclusive teve uma tour por terras brasileiras anos atrás. Se falarmos de QUALIDADE musical, a banda é sem duvida um ícone no estilo, pois poucas bandas de Power metal tem a pegada, a técnica , e os vocais que eles tem, mas infelizmente a mesmice fez de Terium um cd cansativo apesar de maduro. Ainda acho que as duas primeiras faixas são as melhores musicas do grupo em toda carreira, mas da terceira em diante nossa mente cansa da rotina que a banda não conseguiu quebrar no cd.

Nota :6,5

Por Eduardo vaz

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Campanha– Ciência não é contra religião!


Autores: Paulo Junio (Teismo.net) e Snowball (quebrandoneoateismo.com.br)
Nos últimos tempos, tornou-se comum um chavão feito por neo-ateu de que há uma escolha a ser feito por qualquer pessoa: ou seguir a religião ou seguir o caminho da ciência. Essa é, com certeza, uma afirmação não pensada que carece de investigação. Apesar disso, tem ganhado muitos adeptos e enganado até mesmo a alguns teístas mais despreparados.


Pensando nisso, o Teismo.net e o Quebrando o Encanto do Neo-Ateísmo lançam a campanha “Ciência não é contra Religião!” destacando o papel dos religiosos dentro da evolução científica, deixando claro que não há nenhuma incompatibilidade entre ser religioso e trabalhar com o método científico.


Começamos com objetivos modestos, assim como é o nosso alcance. São lançados 5 banners mostrando 5 de vários cientistas religiosos que fizeram a diferença no mundo da cosmologia, da física, da matemática e muito mais – a saber, Lemaitre, Mendel, Pascal, Ronald Fisher e Francis Collins.

Antes de tudo, um esclarecimento necessário: não lançamos estas imagens aqui com a intenção de ser um argumento para a existência de Deus – não há um argumento sólido (como pretendem alguns neo-ateus) ao dizer algo do tipo "os cientistas devem ser ateus, portanto, não há Deus", nem na sua versão oposta. Não há nexo lógico nenhum nessa afirmação assim como não há como qualquer de informação desse tipo servir de base para algum argumento para a existência ou inexistência de Deus.


Repetindo: não defendemos que isso seja um argumento para a existência de Deus. A única intenção dessas imagens é trazer à tona a verdade – que não há incompatibilidade entre ciência e teísmo. Além disso, não precisaremos ouvir mentiras de neo-ateus passando limpo ao lançarem mão de slogans do tipo "se é cientista, então é ateu".


Essas imagens terão como intenção também a divulgação do material teísta e anti-neo-ateístas, com o foco em destruir o preconceito contra os religiosos que tem nascido no Brasil e crescido cada vez mais.
Ela terá como foco também despertar os Cristãos e teístas de forma geral contra essa mansidão silenciosa de quando ficamos calados diante dos ataques contra nós.

log
para ver todas as fotos e materia, entre no blog :

http://despertaibereanos.blogspot.com/2011/02/campanha-ciencia-nao-e-contra-religiao.html

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Do coração de Deus – Ravi Zacharias




Não é de hoje que tenho uma grande admiração por esse escritor. Ravi Zacharias para mim é sem duvida o mais elucidativo escritor cristão contemporâneo, sem contar que ele é de uma riqueza e simplicidade impar em nosso meio.
Do coração de Deus é um de seus livros mais poderosos, uma vez que numa mesma sacada ele aborda as maiores questões, tanto da experiência crista cotidiana, como da apologética e filosofia sob perspectiva cristã.
Esse é um daqueles livros que não ferem em nada nossa ortodoxia, e posso indica-lo em 100% das idéias do autor. Algumas partes Ravi parece estar tão ligado á nossa realidade como igreja ( com princípios bem estabelecidos ) que parece um de nossos pastores.Volto a dizer: INDICADISSIMO ESSE LIVRO !!!!
O Livro dentre tantas coisas, ajuda:
• encontrar uma razão para nossa dor
• acalmar nossa consciência culpada
• encontrar liberdade no prazer
• ser confortado na solidão
• conhecer verdadeiramente Deus
• viver uma fé constante

Quem é dado mais a livros com abordagens apologeticas adorara porque em todas as experiencias do autor ele faz uma apologetica da pratica crista vivendo num mundo que deu as costas para Deus. Neste livro, aprendemos como Deus responde profundamente a todo grito do coração humano. Aqui temos a alegria maravilhosa de sermos afirmados em nossa individualidade, e de saber que temos para Ele um valor sem igual. Aqui encontramos contentamento e encorajamento para viver uma vida plena de esperança e de confiança.

Sobre o autor:
Ravi Zacharias nasceu na Índia. Estudou na Trinity Evangelical Divinity School, em Deerfield, Estado de Illinois, e na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. É autor de Pode o Homem Viver sem Deus?, publicado pela Editora Mundo Cristão e de Deliver Us from Evil (Livra-nos do Mal). Tem feito palestras sobre a questão da existência de Deus em diversas universidades, como Harvard e Princeton, e em mais de 50 países. É casado com Margie e tem três filhos: Sarah, Naomi e Nathan.

Por Eduardo vaz

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Stryper - the covering





'The Covering', é o nome do novo álbum da banda norte-americana de Hard Rock Stryper. O disco traz uma seleção de clássicos do Hard Rock e Heavy Metal que influenciaram a formação do grupo. Entre os selecionados estão Judas Priest, Ozzy Osbourne, UFO, Black Sabbath, Iron Maiden, entre outros. Além da faixa inédita "God".
Sei que todas as bandas homenageadas pelo Stryper tem uma incontável contribuição musical no mundo do rock/metal, porem ao saber desse álbum fiquei um tanto surpreso , aliás se tratava do ícone cristão tocando musica com conteúdo não cristão. Pensei!!! Bom, são musicas lindas, e as letras não são ruins num sentido a ofender a fé dos caras, alem disso, com certeza essas bandas são mesmo as que influenciaram não só stryper , mas a maioria das bandas do mundo. O que seria do metal sem: Deep Purple, sabbath e Led Zeppelin? Nada mais justo do que homenagea-los com covers tão bem feito.
O cd é todo bom e otimamente bem escolhido em seu repertorio, so ouvindo para vc ter idéia de Michael Sweet cantando coisas como, blackout dos alemães Scorpions, Highway star dos ingleses do Deep Purple , e a linda, se não a melhor do cd, heaven and hell do antigo Black Sabbath.
Você que vem da cena rock está convidado a escutar esse cd e se deliciar, mas não quero com isso, que alguns cristão contaminem suas consciências que foram programadas a não escutar musica não crista. Ninguém sem fé deve romper com sua conciencia.



Track List:

01. Set Me Free [Sweet Cover] (3:45)
02. Blackout [Scorpions Cover] (3:57)
03. Heaven and Hell [Black Sabbath Cover] (6:11)
04. Lights Out [UFO Cover] (3:44)
05. Carry on Wayward Son [Kansas Cover] (5:15)
06. Highway Star [Deep Purple Cover] (5:44)
07. Shout It Out Loud [Kiss Cover] (3:14)
08. Over the Mountain [Ozzy Osbourne Cover] (4:20)
09. The Trooper [Iron Maiden Cover] (3:52)
10. Breaking the Law [Judas Priest Cover] (3:01)
11. On Fire [Van Halen Cover] (3:07)
12. Immigrant Song [Led Zeppelin Cover] (2:17)
13. God (4:54)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como deveríamos ver a diversão como cristãos?




O ensaísta inglês F.W.Boreham teve um entendimento notável sobre algo que faz de nós cristãos um povo ainda confuso na sua percepção de ver o prazer como maldição da carne, e a indulgencia rebelde daqueles que buscam o prazer e o divertimento como fins em si.vejamos o que ele disse com rara percepção :

“O riso , a alegria e o divertimento estavam obviamente destinados a ocupar um vasto espaço no mundo. A igreja , porém, nunca demonstrou , em outro assunto , tanto constrangimento e confusão. É quase possível supor que descobrimos aqui uma fase importante da experiência humana sobre a qual o Cristianismo é criminosamente reservado ; uma “terra incógnita”que nenhum profeta intrépido explorou ; um mar silencioso que nenhum explorador de igrejas navegou ; um país sombrio e misterioso que o sol nunca iluminou. O Dr.Joweet fala-nos de um velho devoto escocês , que no sábado á noite trancava o piano e destrancava o órgão , invertendo o gesto no domingo á noite. O piano é o pecador, o órgão é o santo !!! O Dr.Packer menciona outro que via o jogo da bagatela como presente dos Céus mas considerava o bilhar como caminho da perdição . Condenamos a peça de teatro , é anathema. Mas a mesma peça – ou alguma bem pior – levada para a tela de cinema, admiramos deliciados. Um cristão cai na gandaia, outro veste um camisolão em penitencia e passa fome até parecer um esqueleto. Um vê a vida como uma brincadeira . o outro a vê como um funeral.... balançamos como um pendulo , da indulgencia dos epicuristas para a severidade dos estóicos , deixando de reconhecer , como o autor de ECCE HOMO , que é a gloria do Cristianismo rejeitar os absurdos de cada vertente e combinar as excelências principais de ambas. Permitimos sem saber por que permitimos e proibimos sem saber porque proibimos. Nós compomos com os pecados pelos quais temos inclinação , e condenamos aqueles que nada nos dizem. Navegamos sem mapa nem bussola. Nossa teorias sobre o prazer são uma confusão irremediável. Não existe uma doutrina definida do divertimento, uma filosofia da alegria? Deve haver, e há!!!!”

Keith Green - Um exemplo de musico cristão- UMA RÁPICA BIOGRAFIA














Você já ouviu falar de Keith Green? Ele teve carreira curta, de apenas 5 anos e oito discos gravados, sendo três destes lançados após sua morte. Mas, como disse Tony Campolo, raramente um músico tem sido um profeta tão grande como ele foi. Nunca um cantor desafiou tantas pessoas a se tornarem missionários e viverem uma vida santa diante de Deus e do mundo. Esta é uma pequena biografia deste profeta e músico para desafiar aqueles que desejam fazer música para Deus nesta geração.
Vindo de uma família de artistas, Keith começou a tocar piano com 5 anos de idade e a compor aos 8 anos. Com 11 anos ele teve seu primeiro disco “Cheese And Crackers” lançado em janeiro de 1965 pela Decca Records. Com este disco, Keith tornou-se o mais jovem membro da Sociedade Americana de Autores, Compositores e Publicadores (ASCAP). Infelizmente, com o passar dos anos, a fama prematura do garoto Keith Green se dissolveu, apesar dele continuar compondo e aparecendo em algumas apresentações de TV.
A família de Keith seguia um alto padrão moral e ele era um bom garoto. Sendo assim, ninguém sabe o que o levou a fugir de casa em duas ocasiões diferentes – aos 16 e aos 17 anos. É provável que o espírito rebelde que pairava no Sul da Califórnia naquela época o tenha influenciado. Em sua segunda fuga ele mergulhou no LSD e numa busca profunda por um sentido na vida. Após ter tentado em várias seitas orientais e comunidades hippies, Keith chegou à conclusão de que Jesus deveria ser a verdade. A partir de então ele começou a usar uma cruz de prata que havia comprado por 10 dólares em uma loja de antigüidades.
Em meados de 1973 Keith Green encontrou Melody. Ela também era artista, estava envolvida com drogas e já havia buscado a verdade no budismo e em outros grupos. Eles se casaram no dia 25 de dezembro de 1974 – em homenagem a Jesus – e começaram a compartilhar o sonho de Keith: ser descoberto por um caçador de talentos e tornar-se um artista famoso. Embora estivessem lendo a Bíblia e certos de que Jesus era a verdade, eles ainda não aceitavam o fato de Jesus ser Deus. Além disso continuavam a usar drogas ocasionalmente. Mas através de contatos com artistas cristãos como Randy Stonehill e Larry Norman, Keith e Melody começaram a conhecer alguns cristãos verdadeiros que passaram a ajudá-los na busca por Deus. Foi durante este tempo que ele escreveu canções como “Jericho” e “The Prodigal Son Suite” que se tornariam clássicos da Música Cristã Contemporânea.
Em 1975, após ouvir um sermão na igreja Vineyard Christian Fellowship, Keith e Melody decidiram entregar suas vidas totalmente a Jesus, aceitando-O como Senhor e Salvador, reconhecendo-O como único e verdadeiro Deus. Esta decisão mudou os rumos da vida do jovem casal. Eles passaram a viver em função de anunciar a verdade do Evangelho para seus amigos e a qualquer outra pessoa que encontrassem. Perceberam também que precisavam fazer algo prático para aquelas pessoas que se convertiam, mas que precisavam de um “abrigo cristão” antes de poderem enfrentar o “mundo lá fora”. Logo a casa deles havia se transformado em um abrigo, cheia de novos convertidos, ex-hippies e ex-drogados, mães solteiras e qualquer pessoa que precisasse de um refúgio temporário.
Após sua conversão Keith decidiu não fazer nenhuma performance pública até ter certeza de que essa era a vontade de Deus para sua vida. Ele continuou compondo e tocando, mas para si somente. Sua fonte de renda nesta época vinha de um contrato de compositor que ele tinha com a CBS. Foi somente em meados de 1977 que o primeiro disco de Keith Green, “For Him Who Have Ears to Hear” (Para quem tem ouvidos para ouvir) chegou às livrarias cristãs. Este disco tornou-se o maior álbum de estréia na história da música cristã, com mais de 300 mil cópias vendidas. O resultado foi que, de um artista totalmente desconhecido, Keith Green logo tornou-se um dos mais populares e procurados cantores do cenário da música cristã.
Junto com seu primeiro disco, Keith e Melody decidiram fundar o Last Days Ministries, como um meio de manter contato com seus fãs e difundir suas idéias e conceitos cristãos. Graças a este ministério, a mensagem de Keith Green continuou sendo distribuída através de folhetos e livros mesmo depois de sua morte.
Nos anos seguintes, Keith Green gravou “No Compromise” (1978) e “So You Wanna Go Back to Egypt” (1980). Em 1981 uma coletânea com alguns de seus maiores sucessos e outras canções inéditas foi lançada. Keith Green era então o maior nome da Música Cristã Contemporânea americana. Mas apesar de amar a música e compor com uma tamanha flexibilidade e facilidade, Keith estava tremendamente preocupado com o conteúdo espiritual de suas canções. E estava igualmente preocupado com a condição espiritual de seus ouvintes. Por este motivo, seus concertos começaram a tomar um rumo cada vez mais de ministração através da música e da pregação da Palavra do que um mero entretenimento. De fato, Keith Green odiava a idéia de “entretenimento cristão”.
O escritor Leornardo Ravenhill diz o seguinte acerca de Keith:
“Keith tinha fome por conhecer aqueles heróis que moveram suas gerações para Deus e ele seguia seus passos. Ele tinha um zelo santo e uma pureza que eu tenho visto em poucas pessoas. Eu não acho que Keih estava preocupado com o evangelho de Cristo o tanto quanto ele estava preocupado com a pessoa de Cristo. Eu acho que era esta sua maior paixão. (…) E ele derramava esta paixão do interior de sua alma através das letras vibrantes de suas canções.”
“Songs For the Shepherd”, o quarto disco da carreira de Keith Green foi lançado em abril de 1982. Após o lançamento do disco, Keith e Melody decidiram fazer uma viagem de férias pela Europa visitando várias bases missionárias da JOCUM. Na ocasião eles visitaram o navio Anastasis na Grécia, que havia sido adquirido pela missão e estava sendo reformado para o ministério. Keith ficou empolgado com o que viu. Ao retornar para os Estados Unidos ele começou a pensar seriamente em dedicar sua música e ministério para o despertamento de jovens para missões. Seu sonho era ver 100 mil jovens indo para o campo missionário. Algumas de suas novas canções como “Open Your Eyes” (Abra seus olhos) e “Jesus Commands Us to Go” (Jesus nos manda ir) começavam a refletir este desejo.
No dia 28 de julho, Keith estava em seu rancho e sede do LDM no Texas quando decidiu levar uma família de missionários que estavam visitando-o, para uma vista aérea do local. Doze pessoas decolaram no pequeno avião Cessna 414 naquela tarde quente de verão para aterrizarem na eternidade. Além do piloto, da família de missionários e de Keith, seus dois filhos mais velhos, Josiah de três anos e Bethany de dois, também morreram. A notícia do desastre foi um choque para a comunidade cristã. Dez dias após o trágico acidente que tirou a vida de Keith Green, o navio Anastasis ancorou em um porto na Califórnia em sua primeira viagem. Keith estava tão entusiasmado com a visão que havia enviado 28 mil dólares para cobrir as despesas da viagem de seis dias e a taxa da travessia pelo Canal do Panamá. Ele havia planejado estar lá para saudar a chegada do navio. Não pode ir. Mas quando o Anastasis atracou nas docas, o sistema de som local tocava “Santo, Santo, Santo…”. Sua voz podia ser ouvida adorando aquele a quem ele tanto amava e na presença de quem agora estava.
Após a morte de Keith, Melody Green organizou um Concerto Memorial que foi levado a diversas cidades americanas. Como resultado deste, milhares de jovens se envolveram com programas missionários através de organizações como Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e Operação Mobilização (OM). Em 1989, Melody lançou “No Compromise”, um livro vibrante com a história da vida de Keith Green. Três anos depois, por ocasião dos dez anos de sua morte, um grupo de artistas cristãos famosos como Petra, Margaret Becker, Russ Taff e outros, reuniu-se em uma coletânea com algumas de suas músicas mais conhecidas. Desta forma a música de Keith Green continuou a ser ouvida pela geração mais jovem da Música Cristã Contemporânea.
Que o exemplo de compromisso com Deus e com a santidade deixado por Keith Green possa ser um desafio a todos nós chamados para brilhar como astros no meio de uma geração corrompida e perversa.


Texto de Sandro Baggio.


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