quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lorena Chaves

Lorena Chaves - cd lorena chaves


Esperei algum tempo para receber esse trabalho da talentosa  cantora, e compositora Mineira,“Lorena Chaves”, e confesso não foi uma surpresa ver que o trabalho tem uma produção híper bem feita, bons arranjos, e a belíssima voz da mineirinha com cara de gringa. Lorena já é nome rodado devido sua participação num concurso televisivo onde foi semifinalista, e por ter música vinculada em uma novela da Globo. De la para cá muita coisa aconteceu, e a menina de voz diferente, e que todos esperavam  estourar nesse mercado mpbzístico  de Maria Gadú, e  da falecida Cassia Eller, teve um encontro de cunho espiritual e se tornou seguidora de Jesus Cristo largando seu passado e mergulhando no mundo da teologia e da arte Cristã contemporânea. Bom, até aí tudo bem, mas ninguém esperava que ela fosse se rearranjar, e arrumar um contrato com a grande SOM LIVRE inimiga dos crentes. Puts, mas não é que ela conseguiu? Pensei, será que essa parceria pode dar algo que presta? Será que a menina que parecia seguir a linhagem mais culta da MPB brasileira de raiz em Cássia Eller se renderia a essa ideia de Som Livre gospel a lá Diante do Trono, bem Clichê? Nanani na na não!!! A menina teve toda liberdade para fazer o “SEU TRAMPO”, á  “SUA FORMA”, e passou na prova viu!!! Não consigo dar nota 10 porque dentre outras coisas, achei que de novo em termos estéticos  não temos nada novo. Ela que me parece fã de Los Hermanos e Palavrantiga apenas pegou carona na estética desses moços e seguiu com o mesmo formato. Musica  como “O Admirado Lamentável Cidadão” tem tudo para ser considerada a melhor mescla dos hemanos com Palavra. Os arranjos de metal me lembrou muito os cariocas e as letras notável influencia do talentoso homem de frente do Palavrantiga. Quem escutar essa música chegará rapidamente á conclusão de que é a sequencia da musica dos Hermanos “O vencedor” porem com uma cara Cristã. A voz de Lorena , que é linda por sinal, também segue a forma do Rodrigo ( los Hermanos) de cantar, e é só comprovar o que falo nas muito bem arranjadas “Onde está o seu amor” e “Memórias de um narciso” que é chupado dele em tudooooooooo!!!! Enfim, um belo inicio, boas influencias apesar que eu esperava ver mais da Própria Lorena como contribuição pessoal. Apenas fico triste de que o cenário Cristão não entenderá a proposta do cd, das letras que são profundíssimas , inteligentíssimas e rica em teologia e espiritualidade. O gostinho é que a Lorena veio para ficar e o primeiro trabalho é um belo começo.

Obs: O álbum contém 12 composições com influências de rock, folk, MPB e por aí vai...São músicas compostas pela própria cantora e uma delas, “Cartão-postal”, foi escrita por ela, Marcela Vale e Marcos Almeida (do Palavrantiga), que participa da faixa.
CD Lorena Chaves
2- À Procura de um Par
3- Amor Que Eu Quero
4- O Admirado Lamentável Cidadão
5- Aonde Está o Seu Amor?
6- Na Contramão
7- Memórias de um Narciso
8- Cartão Postal Part. Esp.: Marcos Almeida (Palavrantiga)
9- Quando Acordei
10- Pra Sempre
11- Mundo Cruel
12- O Lamento

quinta-feira, 25 de abril de 2013

TEOLOGIA PURA E SIMPLES o lugar da mente na vida cristã


Para que serve a teologia?

Mais um livro do acadêmico de Oxford que vem para elucidar um tema tão complexo para a Igreja como um todo. Nesse trabalho Alister McGrath responde como a reflexão teológica alimenta a fé cristã e nos ajuda a responder às perguntas dos nossos dias. 

Se nos acostumamos a ver a “teologia” como algo difícil, para “especialistas”, em Teologia Pura e Simples mostra que o papel da teologia não é explicar tudo, mas apontar um modo diferente de olhar e perceber a realidade ao nosso redor. 

Num tempo em que o interesse, as discussões e até o deboche envolvendo “Deus” se tornaram comuns, nada mais apropriado do que treinar e equipar mentes cristãs em nossas igrejas, prontas para responder qual a razão da nossa fé.

Depois de Ler toda obra pude chegar a conclusão que esse livro seria indicado a qualquer nível de liderança interessado em saber um pouco mais de teologia com pegada apologética e cultural. Livro nada denso, porem profundo e bem inspirado.

Por Eduardo Vaz

Assunto Apologética, Teologia / Doutrina, Vida Cristã
Ano      2012
Editora  Ultimato

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A fé começa em casa (Kurt Bruner – Steve Stroope)

O livro " A fé começa em casa" (Kurt Bruner – Steve Stroope) da Editora Thomas Nelson mostra como ensinar as crianças desde pequenas, em casa, sobre o cristianismo para que elas não venham a abandonar a fé quando adultas. SINOPSE DO LIVRO A FÉ COMEÇA EM CASA Um estudo mostra que mais de metade das crianças que vão à igreja abandonarão a fé quando ficarem adultas, então os autores mostram que o melhor a fazer é evitar que isso aconteça fortalecendo a fé das crianças na própria família. Kurt Bruner e Steve Stroope mostram como orientadores, avós, pais e casais podem orientar de maneira eficaz as crianças nos primeiros caminhos de sua fé e sejam eficazes nessa tarefa.. Parte interessante do livro é que os 2 autores, todos com mutia experiencia como pai, fazem uma leitura bem profunda da real condição dos papeis bíblicos para o pai e aa mãe. Tambem nota-se uma detalhada analise moderna que tem empurrado os pais a nao darem atenção as demandas de seus filhos por faixa etária, causando estragos enormes nas estapas dé criaçao dos pequenos.. Essa obra foi um puxão de orelhas ao que me instigou ainda mais que nao devemos delegar algo que Deus criou para ser validado no lar, na mesa de casa, nas brincadeiras entre pai e filho, ao levantar, ao ir para a escola, e por ai vai. Livro no mínimo interessante para pais e avós...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ministério: Vocação ou Profissão - Justo Gonzales

Todo novo livro em portugues do Teologo Justo Gonzales é sempre um motivo de alegria.. Com renome entre protestantes e católicos, sua forma de tratar a história da Igreja e da teologia ganhou a confiança de ampla gama de Padres e Pastores Cristãos. Nessa obra, Gonzales vai fundo na preparação ministerial, e como ela aconteceu no decorrer da Igreja nos séculos, e é sem duvida rico no sentido de que esclarece como tal rpeparação chegou a ser como é nos nossos dias. Não resta nenhuma dúvida que o preparo ministerial está em crise. Há muitas indicações a esse respeito, e vale a pena prestar atenção a algumas delas. Desta maneira a proposta do dr. Justo L. González em Ministério: vocação ou profissão é lançar um breve olhar sobre o passado do preparo ministerial, para saber se há algo na história que possa servir de guia para nossa resposta aos desafios do presente. E também para mostrar que muito daquilo que hoje nos parece perfeitamente natural e até mesmo necessário à vida da igreja – por exemplo, os próprios seminários – nem sempre foi assim, e que possivelmente existam outras maneiras para se alcançar os mesmos objetivos. Ou seja, o conhecimento do passado – ou melhor, dos passados – nos livra da escravidão do passado imediato, cuja continuação é muitas vezes apresentada como a única alternativa possível. Em resumo, o que nos propomos é explorar o passado da preparação ministerial, para verificar se há em sua história elementos que possam nos servir de guia ou inspiração para a construção do presente, tendo em vista o futuro. “Durante os quinze séculos anteriores, não houve nenhum seminário. Sim, existiram universidades em que se estudava teologia. Mas o objetivo desses estudos não era a preparação para o trabalho do pastorado, mas simplesmente aprofundar a fé e em alguns casos combater as doutrinas que eram consideradas heréticas.” (Justo L. González) Indicado para lideres e pastores interessados em história da Igreja e temas nesse sentido!!!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Pastoreando o Coração da Criança: Tedd Tripp

Talvez esse tenha sido o livro mais equilibrado sobre criação de filhos que já li dentre todos disponíveis em língua portuguesa. Tedd Tripp é daqueles autores com autoridade no assunto, abordando sem medo, questões como disciplina, dialogo, amor. O autor defende com unhas e dentes que Deuteronomio 6 tem a receita onde os pais são chamados a pastorearem em todo lugar e em todo tempo o coração de seus filhos. Este livro afirma que os pais podem e devem alcançar o coração de seus filhos. E aqueles que estão preocupados com a conduta de seus filhos são relembrados, pelo autor, da verdade bíblica de que as palavras e as ações fluem do coração. “Tedd Tripp conhece aquilo sobre o que está falando, bem como as pessoas às quais está se dirigindo. Ele conhece os fi lhos e os pais… e conhece os caminhos de Deus. Este livro ensina ao leitor quais devem ser os seus alvos e como perseguir esses alvos de maneira prática. Ensina ao leitor como e o que falar ao coração de seu filho. Este livro inspirará os pais a se tornarem diferentes. É uma obra-prima. Nas palavras do Pastor John MacArthur “Diante da abundância de material sobre a família e a criação de filhos, é surpreendente — e estressante — verificar que poucos livros são genuinamente bíblicos. Este livro é uma estimulante exceção. Em Pastoreando o Coração da Criança, o Dr. Tedd Tripp oferece sólida e confiável ajuda bíblica aos pais. Se você está procurando uma perspectiva correta e uma ajuda prática, não encontrará um guia mais excelente do que este.”

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

DEUS FALSOS. Tim Keller
Tim Keller é hoje talvez, o Pastor Cristao de origem reformada que mais tem tido voz na opinião pública secular nos EUA e quem sabe mundo a fora. Capaz de dialogar com as varias tendências de nossos dias de forma seria e acurada, Keller traz a tona um tema antigo e rude, mas tão necessário para a ortopraxia dos nossos dias. Em Deuses Falsos ele assume o assunto idolatria e mostra de forma muito direta do que se trata o tema. Como diz a contracapa do livro: Sucesso. Dinheiro. Sexo. Muitos diriam que essas sãs as chaves da felicidade e nelas colocam toda a sua fé. Porém, a recente crise econômica fez cair por terra a ilusão criada por esses ideias: fortunas, casamentos e carreiras desapareceram para milhões de pessoas. Aqueles que adoraram esses falsos deuses enfrentam agora a solidão e a amargura, resquícios de suas ilusões desmascaradas. Seria essa então a felicidade? Em Deuses falsos Timothy Keller revela porque depositamos nossa fé em falsas crenças que, mais tarde, se transformam em pequenos deuses a nos controlar, incapazes de nos dar aquilo de que realmente precisamos. Com esta obra, Keller se consolida como um pensador crítico em uma época crucial tanto para o cristão quanto para o cético; uma época em que nossa fé e nossos princípios precisam definitivamente trilhar o mesmo caminho. Indico essa obra como uma das obras mais importantes em nosso dia devido seu contúdo profético imediato para a Igreja. .Nao tem nada nessa obra que eu desaconselhe, sendo ao contrário uma exortação firme e forte escrita por alguém que tem sido porta voz profética para nossos dias.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

As origens da adoração Cristã – Larry Hurtado


Essa obra é uma daquelas que vem para enriquecer os estudos mais pormenorizados sobre o cristianismo primitivo. De forma imparcial, o autor que é professor de línguas, e teologia do novo testamento, conseguiu extrair ricos detalhes da pratica cristã no primeiro século. Nessa obra podemos entender como o exclusivismo era uma das marcas da igreja primeira, e como , de forma veemente eles viviam sem se contaminar com o culto a outros deuses. Dentre outras coisas, Hurtado descreve minuciosamente o que fazia com que a Igreja crescia , e como seus membros abandonavam os deuses pagãos até então adorados.
O livro se limita a estudar como a adoração a Jesus não interferiu para os primeiros cristãos no monoteísmo radical de herança Judaica. Mesmo usando terminologias que pareciam binitária, a adoração a Jesus correspondia como se fossem a Deus mesmo.

Obra importantíssima para a afirmação de que já na Igreja primitiva tínhamos relevante certeza de que Jesus era mesmo um com Deus.

sexta-feira, 30 de março de 2012

A Igreja que jesus queria – Gerhard Lohfink


Essa obra vem trazer luz a pergunta: Jesus veio fundar uma igreja ou ela já existia com o povo de Israel? O autor não mede esforços em comprovar que “Jesus não veio fundar uma Igreja, porque ela já existia há muito – a saber, O povo de DEUS , Israel!”. Destarte , iniciando com a pregação de Jesus e indo adiante, o autor descortina ao leitor e leitora as bases e características da Eclesiologia do Novo Testamento. Vejo no Texto de Lohfink uma certa base em tempos de visões malucas da eclesiologia contemporânea, nos ajudando assim a repensar a Igreja para nossos dias sem com isso deixar as escrituras e seu testemunho de lado.
Tambem me proponho a dizer que o autor foi bem embasado biblicamente e historicamente, tendo como pano de fundo uma pesquisa critica bem madura, mas sem deixar de lado opiniões bem firmes do que era ser Igreja para Jesus.
Indico esse livro para estudantes do novo testamento, certo de que terão um vislumbre maior e maduro de vários aspectos negados pelos cristãos de hoje para um relevância eclesiológica sensata e justa. Não devemos temer o fato dessa obra ter sido escrita por um Padre Católico Romano, ate porque pouco se tem de imposição Romana no texto, e o que tem, é claramente bem criticado do ponto de vista teológico pratico pelo autor.
Obra indicadíssima, e de contexto histórico teológico profundo , servindo para muitos de nós repensarmos os ideiais de jesus sobre esse assunto.

Por Eduardo Vaz

Onde comprar: http://www.livrariatabernaculum.com.br/igreja-que-jesus-queria-a?q=+lohfink++

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Recomendações aos Jovens Teólogos e Pastores - Helmut Thielicke



Por Jairo Visintainer


THIELICKE, Helmut. Recomendações aos Jovens Teólogos de Pastores, São Paulo, Editora SEPAL, 1990. Nasceu em 4 de dezembro de 1908, em Wuppertal e faleceu em 5 de março de 1986, em Hamburgo, teólogo protestante alemão e reitor da Universidade de Hamburgo de 1960 a 1978, autor de diversos livros na área teológica e acadêmica.


O professor Johann Tobias Beck, em suas aulas, costumava fugir um pouco dos assuntos acadêmicos transformando o local em púlpito. Esta técnica de afastamento do ritualismo acadêmico, é perfeitamente compreensível pelos alunos como reforço, apesar da distinção dos conteúdos ensinados. A ideia é ver os alunos como almas confiadas aos seus cuidados. O autor começa seu livro como uma meditação do que acontece com as vidas dos alunos durante o curso de Teologia.







O cristão comum teme a Teologia, alertado pela ideia (senso comum na igreja) de que é perigoso tratar a Bíblia com ferramentas cientificas, tentando explicar todos os seus pontos obscuros, ou ainda contra os riscos de ter um professor descrente. Este cristão comum não crer nem pensar de tratar a Bíblia com outros recursos além da sua fé. Alerta para que o estudante não se sinta diferente, como se participasse de um grupo de “iniciados”, discriminando a ingenuidade do crente comum e enchendo-se de orgulho. Se o crente comum tem receio da Teologia é porque já teve alguma experiência negativa neste sentido.

Com o argumento da experiência, ilustrado com a vida de um jovem vocacionado que decidiu estudar Teologia e na sua volta para casa, após o primeiro semestre, aos olhos de seus conhecidos, sofreu uma terrível transformação, e relata as duras críticas do jovem teólogo para com um amigo leigo. Após o terceiro semestre, quando volta ao lar, seu amigo já nem se atreve a se pronunciar diante de tanta sabedoria! O jovem cristão é esmagado pela roupagem argumentativa do jovem teólogo, mesmo em conversas informais. Diante disso poucas igrejas se sentem encorajadas a valorizar a teologia acadêmica. Sem querer caricaturar o autor cita duas causas para amenizar a situação do jovem teólogo argumentando que este, apesar de não ser inocente teologicamente, ainda não atingiu a maturidade cristã e pode muitas vezes se apaixonar por ideias emprestadas, aconselhando ao jovem teólogo a ficar calado durante esta imaturidade.

Numa discussão hipotética de um estudo bíblico, um jovem estudante de Medicina, exitante, comunica suas dúvidas e objeções críticas, ao que, os jovens teólogos sentem-se desafiados e com termos e jargões técnicos atropelam o estudante. Consideram-se vencedores diante da inércia do desafiador. Na verdade perderam a oportunidade de conquistar o estudante e pela dureza de suas respostas, o afastam para a companhia de seus colegas pagãos, por não serem tão duros ou incensíveis. O autor procura deixar claro que está tentando mostrar que não é contra o estudo teológico acadêmico, sua intenção é evidenciar o problema da “puberdade teológica”.

Esta imaturidade pode perfeitamente indicar a existência de alguma doença que desperta uma espécie de orgulho agnóstico. A verdade e o amor dificilmente andam juntos, e a alegria do saber pode matar o amor. O desdém do estudioso de teologia diante das pessoas, por mais simples que sejam, demonstra vaidade, falta de humildade e desprezo triunfalista, chegando até mesmo a vanglória de possuir a “verdade”, mesmo a custa de “bancos vazios”.

Os irmãos nas igrejas defendem nada menos que os “princípios reformados”: fé ou escrituras. Suspeitam que a teologia pode, com a acréscimo do conhecimento histórico ou científico, enfraquecer a fé, alegando que a Bíblia basta, e que não pode haver meio termo entre a fé a razão. O verdadeiro cientista sempre colocará sua pesquisa sob a ótica de seus estudos e conclusões, sanbendo que se novas descobertas forem feitas tudo pode mudar. A Teologia não deverá servir de último argumento para a pregação mas deverá contribuir em pé de igualdade. A igreja tem o direito de nos questionar, mesmo quando não pode ou não consegue entender os detalhes de nosso trabalho. Os questionamentos da igreja devem ser levados em consideração e nunca permitir que o orgulho impeça que dúvidas sejam sanadas sob a argumentação de que o “povo” não estaja a altura de tal conhecimento.

Voltando a experiência conceitual ou experiência de primeira mão, onde o telólogo toma posse de conceitos e ideias alheias como se fossem suas é possível também ser enfeitiçado pelos ensinos dogmáticos, deixando de lado a vida ao lado de Cristo. Tenha cuidado com o que vai te impressionar. Você pode subitamente substituir os ensinamentos de Jesus pelos dos grande heróis da fé. Cuidado com a fé.

Tenha uma vida de oração, mantenha-se ligado a Deus e procure ouvir suas respostas, evite falar com Deus na terceira pessoa. Evite a religiosidade e reflita na relação com Deus. A Teologia que não é espiritual é falsa. Teologia sagrada ou diabólica depende das mãos e corações envolvidos. Seja espiritual e mantenha a comunhão cristã. Se o teólogo não ler a Bíblia com frequência acima da média e aproveitar ao máximo as oportunidades de pregação e ensino bíblico, se tornará espiritualmente doente.

O autor foi muito feliz nas ilustrações e conceitos utilizados em seu livro. Fez com que nós, futuros teólogos, possamos refletir no tempo certo sobre os perigos que nos esperam.

Este livro serve como um aviso para que tomemos cuidado com aspectos da teologia que muitos, nesta fase, nem sequer imaginam que irão passar. As recomendações aqui aprendidas podem nos fazer refletir para a importância da humildade, oração, respeito, consideração para com os irmãos, nos alertando a estar sempre atentos para não nos desviarmos de nossos objetivos.


obs: Livro indicado pelo amigo e Pastor Sandro Baggio o qual foi de grande valia assim como uma das melhores exortaçoes que tive nessa área. Indicadissimo para todos que querem ler livros mais academicos e ou estudar teologia.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Deus Prôdigo - Tim Keller



Sinopse:

Em seu novo
livro, O Deus pródigo, Timothy Keller
usa seu estilo filosófico para analisar a mais simples, porém intrigante
parábola de Jesus, a “Parábola do filho perdido” (Lucas 15: 11-32).

Logo na
introdução, Keller anuncia as pessoas se referem erroneamente à parábola como
“A parábola do filho pródigo”, quando, ao contrário, Jesus não o colocou como o
centro dessa narrativa. Pai, irmão mais novo e irmão mais velho são os
protagonistas dessa história abrangente, que, segundo o autor, fala de nosso
relacionamento com Deus.

Ao longo do
livro, Timothy Keller analisa trechos decisivos de forma detalhada, desde o
pedido malcriado e no mínimo estranho do filho mais novo — “Quero a minha parte
da herança” —, a ira do filho mais velho com relação ao perdão do pai ao mais
novo — “Todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço” — até
o banquete oferecido pelo pai pela volta do “pródigo” — “Ouviu a música e a dança”.

O autor, um dos
mais aclamados pastores de Nova York, criador da Igreja Presbiteriana Redeemer
(Redentor), esteve no Brasil em 2004 durante um encontro com pastores, onde
falou sobre o atual cenário da Igreja no Brasil: “Este é o momento mais
estratégico para as igrejas se lançarem ao evangelismo e à implantação de novas
igrejas. Não é hora de simples manutenção do status quo.” Em seu best-seller anterior, A fé na era do ceticismo, Keller responde aos argumentos ateístas
como os do autor Richard Dawkins, de Deus: Um delírio. Autor best-seller do The New York Times, Keller se destaca na literatura cristã como um
autor de estilo filosófico e reflexivo, responsável por análises esclarecedoras
sobre temas polêmicos. Em O Deus pródigo,
Timothy Keller propõe uma nova reflexão sobre o resgate da fé cristã nos dias
atuais.


Obs: Um livro simples e de facil leitura, porem denso no conteúdo e bem confrontante...Nos vemos as vezes como o filho mais novo,e as vezes como o mais velho.Creio que essa seria uma leitura indicada para esse ano a todos os leitores desse blog...

Eduardo vaz